Alunos com autismo: um estudo dos tempos e dos espaços de escolarização

Autores

  • Marcia Doralina Alves Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Taís Guareschi Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Maria Inês Naujorks Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v19i40.3753

Palavras-chave:

Cidades. Biopolítica. Vida. Morte.

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir, por meio de um estudo teórico, os tempos e os espaços de escolarização propostos aos alunos com autismo ao longo da história. Para tanto, desenharemos o caminho trilhado, no que se refere à criação de lugares escolares especializados, até a inclusão escolar desses alunos no sistema comum de ensino. A ênfase recairá sobre a análise do tempo e dos espaços escolares estabelecidos na contemporaneidade frente ao imperativo da inclusão. Diante do entrecruzamento de um discurso social que preconiza uma educação para todos, cabe perguntar se, na organização das tarefas educativas, há lugar para o tempo singular de cada sujeito, entendido aqui a partir da noção psicanalítica de singularidade.

Biografia do Autor

Marcia Doralina Alves, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora Doutora do Departamento de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria/UFSM.

Taís Guareschi, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora de Educação Especial. Douto-ra em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria/UFSM.

Maria Inês Naujorks, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora Doutora do Departamento de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria/UFSM.

Publicado

2017-07-24

Edição

Seção

ARTIGOS