Violências e escola: práticas do cotidiano de uma escola pública estadual

Autores

  • Daiana Cristina Sebenello Unochapecó
  • Irme Salete Bonamigo

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v13i27.1307

Palavras-chave:

Discurso. Representações. Identidade.

Resumo

Apresenta um estudo desenvolvido no curso de Psicologia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) que  procurou identificar práticas violentaspresentes no cotidiano de uma escola  pública estadual na cidade de Chapecó, Santa Catarina. A estratégia de pesquisa utilizada foi a pesquisa-intervenção, e os participantes do estudo foram atores da escola. O estudo integra dados qualitativos e quantitativos, utilizando osseguintes instrumentos de pesquisa: observação participante, grupos focais, entrevistas, análise de documentos, pesquisa hemerográfica e plicação de questionários. Entre os resultados, a pesquisa identificou que a prática violenta mais frequente era a agressão verbal entre alunos, seguida das agressões físicas e ameaças. Foram identificadas também tensões na relação professor-aluno, sobressaindo-se no discurso dos professores o sentimento de impotência. Foi constatada a presença de gangues e a participação de alunos nesses grupos. A pesquisa concebeu estas práticas como construções sociais, problematizando-as e possibilitando reflexões voltadas à produção de outros sentidos e práticas. 

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