Processos interativos em sala de aula: reflexões sobre a mediação da escola para o desenvolvimento humano

Autores

  • Solange Maria Alves Unochapecó
  • Gabriele Dullius

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v13i27.1300

Palavras-chave:

Cozinha. Identidade Judaica. Memória Alimentar. Campinas. Século XX.

Resumo

Com base na teoria histórico-cultural e fruto de reflexões teóricas construídas no exercício da pesquisa de iniciação científica, o presente artigo empreende uma leitura centralizada no desenvolvimento humano, compreendido como conjunto de transformações de ordem cognitiva (e afetivo-volitiva) decorrentes das mediações sociais, simbólicas e culturais, realizadas pelos sujeitos e que promovem nestes, modos de pensamento tipicamente humanos como a atenção voluntária, a memória, a abstração, a generalização, entre outras funções psicológicas superiores. Sob este prisma a escola constitui lócus privilegiado de interações que, realizadas mediante o crivo da ação pedagógica intencional, oferecem um substrato qualitativo fundamental para o desenvolvimento humano. Parte-se do princípio de que o conhecimento é artefato social e, portanto, histórico. E seu aprendizado constitui-se, igualmente, por relações socialmente mediadas que, em última instância, operam, no sujeito, o desenvolvimento de modos complexos de pensamento. Isso significa sublinhar com ênfase o papel do outro e da linguagem como elementos fulcrais de apreensão e produção de conhecimento. 

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