Paulo Freire: cidadão brasileiro, educador do mundo.

Autores

  • Sandra Maders Universidade Federal do Pampa/UNIPAMPA/RS.
  • Valdo Barcelos Universidade Federal de Santa Maria/UFSM/RS.

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v22i0.4877

Resumo

Com esse artigo fizemos uma reflexão sobre o legado freireano internacional. Freire conseguiu o que muitos desejaram, mas poucos conseguiram: pensar a educação nas escolas, universidades e movimentos sociais. Freire fez isso com uma qualidade rara: o diálogo entre esses diferentes espaços educativos das gentes de seu país, bem como de vários outros países por onde passou/viveu/trabalhou. Não começamos nossa reflexão sobre o legado internacional de Freire por um país, mas, sim, por aquela que, talvez, tenha sido a obra que mais espaços abriu para suas ideias mundo afora. Referimo-nos ao clássico Pedagogia do Oprimido que no Brasil encontra-se na 60ª. Edição (2016). Pensamos que, sem diminuir a importância do conjunto da obra freireana, Pedagogia do Oprimido abriu as portas das universidades, das escolas, bem como os olhos dos educadores(as) do mundo para as ideias desse cidadão brasileiro e latino americano. Com esse artigo buscamos trazer um pouco desse percurso. Concluímos que um país que tem na sua história um Paulo Freire não pode desesperançar, frente a ideias despropositadas como, por exemplo: “escolas sem partido”.

Biografia do Autor

Sandra Maders, Universidade Federal do Pampa/UNIPAMPA/RS.

Professora Adjunta Universidade Federal do Pampa/UNIPAMPA/RS. Doutora e Mestre em Educação. Pedagoga.

Valdo Barcelos, Universidade Federal de Santa Maria/UFSM/RS.

Professor Titular Universidade Federal de Santa Maria/UFSM/RS. Pesquisador Produtividade 1CNPq. Doutor e Mestre em Educação.

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Publicado

2019-10-09

Edição

Seção

Dossiê - recepção do pensamento de Paulo Freire fora do contexto brasileiro