Ensino de História e pensamento decolonial em processos de identificação quilombola

Autores

  • Marizete Lucini Universidade Federal de Sergipe
  • Andréia Teixeira dos Santos Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v20i45.4490

Palavras-chave:

História, Ciências Humanas

Resumo

Este artigo propõe refletir sobre o Ensino de História e o pensamento decolonial na análise de processos de identificação étnico-racial em comunidades quilombolas, aqui compreendidos como espaços políticos de resistência às práticas sociais colonizadoras da memória ancestral. A discussão origina-se de pesquisa com abordagem qualitativa, do tipo estudo de caso, em desenvolvimento na Escola Estadual Quilombola Gilberto Amado, sobre os processos de identificação quilombola em comunidade remanescente de quilombo urbano Porto D’Areia – Estância/Sergipe. O aporte  teórico ancora-se no pensamento decolonial ao questionar todas as formas de colonização do saber, do poder e do ser.  Espera-se contribuir para a superação do olhar colonizador que inferioriza o negro e interfere no processo de reconhecimento da identidade quilombola.

Biografia do Autor

Marizete Lucini, Universidade Federal de Sergipe

Professora no Departamento de Educação da Universidade Federal de Sergipe. Programa de Pós-Graduação em Educação. Programa de P'ps-Graduação em Mestrado Profissional em Ensino de História. Líder do Grupo de Pesquisa em Educação, História e Interulturalidade - GPHI.

Andréia Teixeira dos Santos, Universidade Federal de Sergipe

Professora da Rede Estadual de Educação de Sergipe. Mestre em Ensino de História pela UFS/UFRJ.

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Publicado

2018-12-31

Edição

Seção

Dossiê - O pensamento decolonial e o ensino de História