O improvável na aula de História: sociabilidades, racialidades e modos de estar junto na escola

Autores

  • Carla Beatriz Meinerz Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Flávia Eloisa Caimi Universidade de Passo Fundo
  • Sandra Regina Ferreira de Oliveira Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v20i45.4486

Palavras-chave:

Reforma Gerencial do Estado, Novos Modelos de Gestão Escolar, Polícia Militar de Goiás, Escola Pública

Resumo

O artigo resulta de uma reflexão compartilhada no campo da Pesquisa em Educação e almeja interseccionar as categorias sociabilidade e racialidade na análise das relações estabelecidas nas instituições escolares. Enfoca a escola como espaço complexo de construção de modos de estar junto, ambiente marcado por uma ecologia de distintos saberes. O ensino de história, como lócus da instituição escolar, é abordado como lugar do improvável. Ao enfocar a aula de história, destacamos experiências que oscilam desde um possível compartilhamento das diferenças até a sua negação. Tal negação pode revelar situações e atores sociais ignorados ou trivializados em suas relações cotidianas. Propõe a análise de situações improváveis no cotidiano escolar como método diferenciado de análise investigativa. Os resultados parciais das pesquisas em questão se produzem no movimento de questionamento epistemológico e pedagógico provocado pelo pensamento decolonial.

 

Biografia do Autor

Carla Beatriz Meinerz, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Docente no Departamento de Ensino e Currículo e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Flávia Eloisa Caimi, Universidade de Passo Fundo

Docente do Curso de História e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Passo Fundo.

Sandra Regina Ferreira de Oliveira, Universidade Estadual de Londrina

Docente no Departamento de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Londrina.

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Publicado

2018-12-31

Edição

Seção

Dossiê - O pensamento decolonial e o ensino de História