Embates entre integração e competências no ensino médio e seus desdobramentos na reforma atual

Autores

  • Maria Gorete Rodrigues Cardoso Universidade Federal do Pará
  • Genylton Odilon Rego da Rocha Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v20i43.4050

Palavras-chave:

Trabalho Docente. Intensificação do Trabalho. Precarização. Trabalho e Educação.

Resumo

 RESUMO

Este trabalho tem como objetivo analisar os embates entre integração e competências na política curricular brasileira para o ensino médio como parte da disputa hegemônica entre projetos educacionais distintos que não apenas se antagonizaram no cenário brasileiro nos últimos vinte anos, mas também operaram articulações que favoreceram a fixação de sentidos híbridos e ambíguos de integração nos textos curriculares oficiais. Defendemos que a hegemonização de determinados sentidos de integração se estabeleceu por meio de uma prática articulatória construída por relações de diferenças e equivalências, apresentando como resultado a produção de hegemonias contingentes, precárias e provisórias. Argumentamos que as articulações discursivas pela fixação de sentidos de integração e de competências atravessam a produção da política do nível médio, desde os anos de 1990, continuando a apresentar seus reflexos na reforma dos dias atuais. 

Palavras-chave: Integração. Competências. Política curricular. Ensino Médio.  

Biografia do Autor

Maria Gorete Rodrigues Cardoso, Universidade Federal do Pará

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará (UFPA); Mestre em Educação pela UFPA; Doutora em Educação pela UFPA; Professora Adjunta II, Faculdade de Educação, Campus Universitário de Bragança, UFPA.

Genylton Odilon Rego da Rocha, Universidade Federal do Pará

Doutor em Geografia pela USP, Professor Associado IV da Universidade Federal do Pará, Docente do Programa de Pós-Graduação em Currículo e Gestão da Escola Básica.

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Publicado

2018-04-30

Edição

Seção

ARTIGOS