Interfaces da educação do campo e movimentos sociais: possibilidades de formação

Autores

  • Ramofly Bicalho UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v20i43.3882

Palavras-chave:

Kaingang, Não Indígenas, Território,

Resumo

O presente artigo é fruto das pesquisas realizadas em educação do campo na sua estreita articulação com os movimentos sociais, atrelada aos fatores culturais, políticos e sociais que influenciam os diferentes processos históricos de produção dos saberes. Tem como objetivo central apresentar reflexões realizadas acerca da concepção de educação do campo, no contexto dos movimentos sociais e a formação dos educadores. Utilizamos, predominantemente, a pesquisa bibliográfica e documental. Concluímos que a educação do campo, enquanto práxis libertadora, é utilizada no processo de compreensão das lutas e demandas educacionais defendidas pelos movimentos sociais. Ela dialoga com os gestos, desejos, valores e luta pela terra. Nessa conjuntura, a educação do campo pode ser ferramenta de compreensão das demandas educacionais defendidas pelos movimentos sociais do campo, colaborando com a formação continuada dos educadores.

Biografia do Autor

Ramofly Bicalho, UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Doutor em Educação/UNICAMP, Mestre em Educação/UFF, Especialista em EJA/ UFF, Graduado em História/UFF e Pedagogia/UERJ. Professor adjunto da UFRRJ. Atua na área de História da Educação, Educação do Campo, Educação e Movimentos Sociais, Educação de Jovens e Adultos e Ensino de História. Professor doPrograma de Pós-Graduação em Educação Agrícola/UFRRJ.

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Publicado

2018-04-30

Como Citar

BICALHO, R. Interfaces da educação do campo e movimentos sociais: possibilidades de formação. Revista Pedagógica, [S. l.], v. 20, n. 43, p. 81–100, 2018. DOI: 10.22196/rp.v20i43.3882. Disponível em: http://pegasus.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/pedagogica/article/view/3882. Acesso em: 15 jun. 2024.

Edição

Seção

ARTIGOS