Jogos digitais na educação: possibilidades para temas geradores

Autores

  • Cristian Cipriani Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS.
  • Edla Eggert Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS.

DOI:

https://doi.org/10.22196/rp.v19i41.3293

Resumo

Faz pouco mais de 50 anos que os jogos digitais iniciaram sua trajetória pelo mundo. De fase em fase, afloram recheados de discussões e pormenores que merecem ser discutidos ao invés de negligenciados. Diante disso, o que nos propomos neste ensaio é pensar os jogos digitais na educação a partir das concepções de Paulo Freire – mais especificamente os jogos despontando como temas geradores. Para o melhor desenvolvimento da temática, partimos da seguinte pergunta-guia: os jogos digitais, enquanto linguagens, podem ser parte do processo maior para pensar os temas geradores, tal como outros pontos circunstancias da teoria de Paulo Freire? Nossos argumentos centralizam-se em leituras freireanas, com aproximações ao pensamento pragmático norte americano. Na primeira parte do artigo, nós nos debruçamos sobre as questões dos temas geradores; na segunda parte, aproximamos discussões teóricas com a viabilidade de exemplos com games mercadológicos. Ao final, nos parece que os jogos digitais tomados como temas geradores são ferramentas desafiadoras à alfabetização funcional tecnológica.

Biografia do Autor

Cristian Cipriani, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS.

Possui graduação em Curso de Publicidade e Propaganda pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (UNOCHAPECÓ) (2011) e mestrado em Educação, com bolsa integral da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina/Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Fapesc/Capes), pela mesma instituição (2015). É doutorando em Educação na Escola de Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e bolsista integral CAPES/PROEX. Tem experiência em: educomunicação, design crítico, filosofia latina e filosofia da educação.

Edla Eggert, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS.

Pós-Doutorado (CNPq), no Programa de Estudios de la Mujer da Universidad Autónoma Metropolitana de Xochimilco – (UAM-X). Doutora em Teologia pela Escola Superior de Teologia (1998). Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992). Professora adjunta da Escola de Humanidades e atual coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Downloads

Publicado

2017-08-01

Edição

Seção

ARTIGOS