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14h – Pode POP – playlist musical
16h – Lo mío és tuyo – playlist musical
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14h – Disritmia – programa jornalístico/mesa-redonda
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Salto na Engenharia
Na virada do século XXI, a presença das mulheres na construção civil estava mais associada aos espaços de limpeza após a conclusão das obras. Esse cenário mudou ao longo dos anos, permitindo às mulheres assumirem funções que antes eram dominadas pelos homens. O interesse pela área, por parte do sexo feminino, pode ser observado quando se analisa o ingresso de estudantes nos cursos de Engenharia Civil de todo o país. Um levantamento, realizado pelo Observatório da Inovação e Competividade da USP, atesta esse avanço ao comparar os dados num período de 10 anos. Em 2003, dos mais de 40 mil estudantes matriculados nos cursos de Engenharia Civil no Brasil, 21% eram mulheres. Já em 2013, esta média subiu para 28%. No curso de Engenharia Civil da Unochapecó, implantado em 1997, essa mudança também é visível. De acordo com a coordenação do curso, entre os alunos matriculados nas primeiras cinco turmas, apenas 30% eram mulheres. Hoje, há uma inversão significativa dessa realidade. Dados sobre o ingresso no curso, e até mesmo sobre a sua conclusão, apontam a superioridade das mulheres, especialmente nas últimas cinco turmas, onde elas representam um universo de mais de 60% dos estudantes matriculados. Esse mesmo percentual aparece quando se analisa os dados da turma de formandos do segundo semestre de 2014/2, na qual a maioria veste saia. Dos 22 concluintes, 14 eram mulheres. Contribuindo para o índice de aumento da presença feminina na Engenharia Civil, está a engenheira Jéssica Possebon, integrante da última turma de formandos da Unochapecó. Ela destaca que sempre sonhou em participar do crescimento em sua volta e que se encantou pela construção civil ainda adolescente, quando passou em frente à uma construção onde havia, presa a um tapume,...Seminário de Atualidades debaterá economia
O Curso de Jornalismo da Unochapecó promove o Seminário de Atualidades…
Curso de Jornalismo recebe jornalista da Globo News
O jornalista brasileiro Ariel Palacios, correspondente em Buenos Aires do canal de notícias Globo News, palestrou na noite de quinta-feira, 23, para o curso de Jornalismo da Unochapecó. Os estudantes e professores, tiveram oportunidade de conhecer como é o trabalho do jornalista com quase 30 anos de carreira. Palacios contou sobre suas experiências na cobertura jornalística na América do Sul desde 1995, em que esteve acompanhando fatos históricos, como eleições, crises políticas e econômicas, tentativas de golpe de Estado, rebeliões populares e terremotos. Segundo ele, as coberturas dos veículos de comunicação brasileiros estão focadas nos interesses políticos, econômicos e culturais de cada povo. Durante a sua estada na argentina constatou que a relação do governo argentino com a imprensa é conflituosa, pois os veículos de comunicação que não esboçam elogios ao governo, são censurados. Outro assunto abordado foi as mudanças do jornalismo, ocasionadas pelo avanço da internet, que colaborou para o surgimento de novas práticas de produção de conteúdo. Acompanhar o mercado, produzir e adaptar textos de um mesmo assunto para diferentes mídias, é um dos deveres de um jornalista, pois, “ele tem que fazer texto, áudio, vídeo e pensar em como divulgar nas redes sociais”, ressalta Palacios. O jornalista observa que esse avanço dificultou os jornais impressos de se manter financeiramente, “a publicidade, que deixou de ser divulgada no papel, não foi para a internet”. O jornalista Ariel Palácios formou-se em 1987 na Universidade Estadual de Londrina (PR) e fez o Master de Jornalismo do jornal El País (Madri) em 1993. Hoje é correspondente em Buenos Aires, Argentina, no canal de notícias Globo News e eventualmente colabora com...Recepção aos acadêmicos de Jornalismo
O início do ano letivo do curso de Jornalismo…