por Acin Jornalismo | 16 de junho de 2021 | Notícias, Reportagens
O jovem está envolvido no Gapa Chapecó além da organização estudantil e causas sociais em geral Produção: Luana Poletto | Supervisão: Eliane Taffarel Apoiar causas sociais é ter uma visão para o futuro. Gastar voz em manifestações e estar a frente do ativismo, de modo a cobrar por um mundo mais justo, é buscar por mudanças e melhorias. Este papel tem sido cada vez mais exercido por jovens e, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), o mundo pode alcançar avanços econômicos e sociais expressivos se investir mais no potencial produtivo dos adolescentes. Jovens protagonistas Jonathan Yuri Possan. Fonte: Arquivo pessoal. Jonathan Yuri Possan tem 17 anos e é estudante do 3º ano do Ensino Médio na Escola de Educação Básica Profª Lidia Glustack Remus, em Chapecó. No tempo livre, o jovem gosta de jogos online de simulação de gerenciamento de países. Além disso, costuma ler sobre leis e estudar Direito. Seus planos para o futuro envolvem concluir o Ensino Médio, fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e entrar em uma universidade. Ele também gostaria muito de residir nos Estados Unidos algum dia, mas este é um desejo que ainda vai tentar buscar. Viver em sociedade envolve que os cidadãos exerçam seus deveres e recebam os direitos. Jonathan defende a ideia de que, quando existe uma causa social que lute por aqueles que não conseguem lutar por si, é necessário o apoio a ela. “Este apoio não deve ser somente com palavras. Você tem que ir lá, participar, exigir os direitos dos outros e os seus”, destaca. “Em um país com mais de 200 milhões de habitantes...
por Acin Jornalismo | 2 de junho de 2021 | Notícias, Reportagens
Hoje a história do Cidadãos do Futuro é sobre a Laryssa. A jovem busca se envolver em causas sociais e se fazer presente em movimentos políticos Produção: Luana Poletto | Supervisão: Eliane Taffarel O engajamento na política da sociedade em geral é essencial. A presença dos jovens nos debates, manifestações, passeatas, entre outros, também é importante para que estes possam ajudar a lutar por mudanças. O fácil acesso ao tema, com o uso da internet, possibilita essa maior participação. Isto porque a juventude pode se envolver mesmo que de uma maneira não institucionalizada. Além disso, podem buscar compreender o contexto político e tomar posicionamentos. Jovens protagonistas Laryssa Rebelatto da Silva. Fonte: Arquivo pessoal. Laryssa Rebelatto da Silva tem 17 anos e é estudante do 3º ano do Ensino Médio na Escola de Educação Básica Antonio Morandini, em Chapecó. A jovem gosta de assistir séries, ouvir músicas e ver filmes nacionais. Além disso, também adora ler sobre a História do Brasil. Seus planos para o futuro envolvem cursar História para poder dar aula na rede pública. A estudante busca se envolver em causas sociais pois sabe a importância delas. “Se envolver nos movimentos sociais é lutar por todo mundo que precisa de ajuda. É botar a mão na massa mesmo, gastar voz, ser aplaudido e vaiado, mas sentir que está mudando algo”. A mãe de Laryssa é professora, então, a jovem comenta que sempre esteve envolvida na luta pelos direitos dos educadores. “Quanto mais a gente se manifesta, mais a gente mobiliza pessoas à nossa volta. Com isso, fazemos mudanças em cada espaço que atingimos. Então manifestações e pronunciamentos sempre...
por Acin Jornalismo | 18 de Maio de 2021 | Notícias, Reportagens
Nossa primeira história, a da Érica, fala do projeto em que ela está inserida: a democratização da arte Produção: Luana Poletto | Supervisão: Eliane Taffarel A atuação dos jovens em causas sociais se faz bastante relevante e acontece de maneira diversa atualmente. O processo de sensibilização das pessoas, a partir das suas realidades e perspectivas locais, é importante para buscar mudanças e melhorias. Além disso, é enriquecedor que mais indivíduos com outras visões e ideias participem de debates. Com o objetivo de levantar pautas para a produção de interesses do público jovem que visa discutir temas de impacto social, trazendo uma visão crítica sobre o futuro da sociedade, o curso de Jornalismo da Unochapecó organizou o projeto “Cidadãos do Futuro”. O primeiro passo foi a elaboração de um formulário destinado aos estudantes do Ensino Médio do entorno da Região de Chapecó (Oeste de Santa Catarina, Norte do Rio Grande do Sul e Sudoeste do Paraná). A intenção é identificar o protagonismo desses estudantes na luta por causas sociais, de empoderamento e defesa da democracia e também de contar essas histórias quando eles decidem deixar seu contato e o projeto em que estão envolvidos. As histórias desses jovens, dos projetos e os temas em que eles estão interessados, você acompanha quinzenalmente a partir de hoje, aqui na Clim. Se você é jovem e se interessou pelo Cidadãos do Futuro, clique aqui e responda nosso questionário. Jovens protagonistas Érica Maria Zucchi. Fonte: Arquivo pessoal. Érica Maria Zucchi tem 17 anos e reside no município de Concórdia, Santa Catarina. Ela estuda no terceiro ano do curso Técnico em Alimentos integrado ao Ensino...
por Acin Jornalismo | 29 de abril de 2021 | Hipermídia - 2021/1
Por Patrick Eduardo Boff* O coronavírus tem destroçado famílias mundo afora. Em Chapecó, o funcionário público Claudistoni Ramão Pinheiro, 52 anos, perdeu o pai e a mãe em um intervalo de cinco dias. Eles deixam quatro filhos e três netos.O aposentado João Ramão Pinheiro,78 anos, pai de Claudistoni, chegou a contrair a doença duas vezes. A primeira vez foi em junho de 2020. Mas os sintomas foram leves e acabou se recuperando com pequenas sequelas no estômago e pulmões. Porém, na segunda vez não teve a mesma sorte e não resistiu.A esposa dele, Melania Góes Pinheiro, 71 anos, positivou para a doença no início de fevereiro, que se suspeita que tenha contraído do filho mais novo, que morava com o casal. Ela procurou atendimento médico duas vezes. Na primeira, foi mandada de volta para casa apesar da febre e dores no corpo. A falta de ar e dores no corpo ficaram mais intensas e, em 22 de fevereiro, foi levada às pressas a UPA e transferida horas depois para UTI do Hospital Regional. Após quatro dias de internação, ela acabou falecendo. Ao saber da morte da esposa, o marido começou a apresentar dificuldades para respirar e se alimentar – o que indicava que teria contraído a doença pela segunda vez. Por isso, foi internado com sintomas graves de reinfecção da doença e precisou ser internado, já sendo entubado na UTI. Chegou a ter melhora durante a internação, mas no quinto dia acabou piorando e veio a óbito em 28 de fevereiro. “Esses dias foram muito agonizantes, entristecedor e com muita esperança que eles melhorassem”, relata o filho sobre a internação dos pais. Passados...
por Acin Jornalismo | 29 de abril de 2021 | Hipermídia - 2021/1
Por Luana Poletto* A pesquisa contou com 13.263 participantes. Dos 1.500 respondentes brasileiros maiores de 18 anos, 63% apresentaram relatos de ansiedade e 59% sintomas de depressão. Foto: Rubens Cavallari/Folhapress (Folha de São Paulo) A pandemia fez hábitos e rotinas serem alterados radicalmente. Exemplo disso ocorre em escolas e universidades, que há mais de um ano estão com aulas remotas. Com contato social limitado e opções de lazer e atividades restringidas, tem sido cada vez mais frequentes os relatos de aumento de casos de ansiedade e de depressão por psicólogos e psiquiatras. Uma pesquisa global recente liderada pela Universidade Estadual de Ohio (EUA) levou em conta dados de 11 países e revelou que o Brasil ocupa a dianteira absoluta no número de casos de depressão e ansiedade durante a pandemia de covid-19, acima de nações como Estados Unidos e Irlanda. O isolamento social, a falta de alternativas de lazer e problemas financeiros teriam sido alguns dos principais fatores que contribuíram para a elevada quantidade de casos, especialmente entre os jovens. Eles, além de mulheres, pessoas com histórico de distúrbios psicológicos e desempregados, são alguns dos grupos que mais relataram sofrer com os problemas. A ansiedade é um estado normal e útil, que deixa as pessoas atentas a perigos iminentes, como a dor e o medo, observa a psicóloga Larissa D’Maiella Akkari Klimeck Kammer. “O estado ansioso é uma defesa que nos alerta de que algo não vai bem”, destaca. Porém, a ansiedade passa a ser um problema, quando gera sofrimento intenso. Entre os sintomas estão falta de ar, coração acelerado, suor excessivo, tremores, aceleração do pensamento, insônia, aumento ou diminuição...