Principais abordagens arqueológicas em planícies aluviais: um estudo de caso do Rio Verde no município de Serranópolis – Goiás

Autores

  • Eliezer Botelho Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe - Mestrando Arqueologia.
  • Julio Cesar Rubin de Rubin Possui graduação em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1988) e doutorado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002). Professor Adjunto I da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
  • Emília Mariko Kashimoto

DOI:

https://doi.org/10.22562/2020.52.04

Palavras-chave:

Desenvolvimento Rural, Sistema Agroalimentar

Resumo

Os rios possuem importante valor no estudo da compreensão pretérita, haja vista que a relação entre os grupos humanos com esses ambientes aquáticos sempre foi intensa. Neste artigo1, abordam-se as principais formas de estudos ligados ao ambiente aquático, dentro da perspectiva da Geoarqueologia fluvial, perpassando por referências nacionais e internacionais, que analisam a temática. Os olhares sobre esses universos também são discutidos e novas perspectivas tecnológicas apresentadas, trazendo uma visão renovada e abrangente. Trata-se de um estudo de caso no sudoeste goiano, que integra a bacia do Rio da Prata.

Biografia do Autor

Eliezer Botelho, Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe - Mestrando Arqueologia.

Possui Graduação em Arqueologia na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (2019). Mestrando Arqueologia no Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe.

Julio Cesar Rubin de Rubin, Possui graduação em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1988) e doutorado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002). Professor Adjunto I da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Possui graduação em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1988) e doutorado em Geociências e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002). Professor Adjunto I da Pontifícia Universidade Católica de Goiás nos cursos de graduação em Arqueologia e Biologia e nos Mestrados em Ciências Ambientais e Saúde e História da PUC Goiás. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geoarqueologia, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão do patrimônio cultural e meio ambiente, arqueologia, geoarqueologia, análise e planejamento ambiental e planejamento territorial. Membro do Conselho Científico das Revistas Gestão Pública: Práticas e Desafios do Mestrado Profissional em Gestão Pública da UFP e Geoambiente On-Line da UFG , avaliador das Revistas Árvore e Quaternary Environmental Geosciences. Membro do Conselho Consultivo (externo) do Caderno do CEOM. Bolsista de Produtividade em Pesquisa Nível 2 do CNPq. Diretor do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia de 2007 a 2011. Coordenador do curso de Arqueologia da PUC Goiás entre 2011 e 2014. 

Emília Mariko Kashimoto

É Livre-Docente em Arqueologia Brasileira, título obtido em concurso realizado no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo-MAE/USP (2007). Possui doutorado (1997) e mestrado (1992) em Arqueologia pela USP; graduação em Geografia (1986) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Foi Professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (período 2005 a 2019) e Chefe de Divisão do Museu de Arqueologia da mesma Universidade (MuArq). Atuou como Professora Colaboradora no Programa de Mestrado Master MNHN QP 10 - Peuplements et Préhistoire de l'Amérique, módulo do Master Quaternaire et Préhistoire, do Muséum National de Histoire Naturelle de Paris/França (2014 a 2019). Foi pesquisadora bolsista do CNPq no período de 2003 a 2019. No período de 1994 a 2005 foi professora da Universidade Católica Dom Bosco e curadora do Museu Dom Bosco. Tem experiência na área de Arqueologia Pré-Histórica, principalmente com relação aos temas Arqueologia do alto curso do rio Paraná/MS e Geoarqueologia. Recebeu, juntamente com a equipe MuArq, o prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2006, do IPHAN, na categoria Educação Patrimonial.

Publicado

2020-06-17